O roteiro foi definido pelo comissário do evento, Jorge Figueira, e pelo comissário-adjunto, Carlos Machado e Moura, e assume-se como uma grande festa da arquitetura e um dos momentos mais significativos da vida cultural do Grande Porto, contando com a parceria estratégica da Câmara do Porto e a colaboração das câmaras de Gaia e de Matosinhos.
Entre os edifícios que têm estado a ser visitados há lugares privados de instituições reconhecidas, uma viagem por arquiteturas esquecidas e a revisitação da casa burguesa do princípio do século XX e da habitação de cariz social surgida após a revolução de 25 de Abril de 1974, nomeadamente os bairros de Lordelo e do Lagarteiro.
Nesta segunda edição a organização aumentou o número de visitas comentadas, contando com o envolvimento de 62 especialistas entre os quais os autores dos projetos de arquitetura. Para facilitar a fluidez das entradas, a grande maioria dos espaços não requer reserva prévia, nem antecipada. A entrada é feita por ordem de chegada, permitindo dar acesso a um maior número de pessoas possíveis, o que reforça o caráter inclusivo do evento.
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