Bairro do Lagarteiro
Bairro do Lagarteiro
Bairro do Lagarteiro
Bairro do Lagarteiro
Bairro do Lagarteiro
Bairro do Lagarteiro
Bairro do Lagarteiro
Bairro do Lagarteiro
Bairro de Lordelo
Bairro de Lordelo
Bairro de Lordelo
Bairro de Lordelo
Bairro de Lordelo
Bairro de Lordelo
Bairro de Lordelo
Bairro de Lordelo
Bairro de Lordelo
Bairro de Lordelo
Hospital de Santo António
Hospital de Santo António
Hospital de Santo António
Hospital de Santo António
Cinema Batalha
Cinema Batalha
Cinema Batalha
Cinema Batalha
Grande Hotel do Porto
Grande Hotel do Porto
Grande Hotel do Porto
Grande Hotel do Porto
Cooperativa de Aldoar
Cooperativa de Aldoar
Cooperativa de Aldoar
Cooperativa de Aldoar
Cooperativa dos Pedreiros
Cooperativa dos Pedreiros
Cooperativa dos Pedreiros
Cooperativa dos Pedreiros
Cenáculo do Espírito Santo
Cenáculo do Espírito Santo
Cenáculo do Espírito Santo
Cenáculo do Espírito Santo
Garagem Comércio do Porto
Garagem Comércio do Porto
Garagem Comércio do Porto
Garagem Comércio do Porto
À procura da arquitetura esquecida no Open House
19-06-2016
A segunda edição do Open House Porto começou ontem nos municípios do Porto, Matosinhos e Vila Nova de Gaia. A iniciativa, organizada pela Casa da Arquitectura e pela Trienal de Lisboa, é este ano dedicada a Paulo Cunha e Silva e prossegue hoje. Abertos a visitas estão 51 edifícios nas três cidades que constituem a Frente Atlântica do Porto, mais nove do que em 2015.

O roteiro foi definido pelo comissário do evento, Jorge Figueira, e pelo comissário-adjunto, Carlos Machado e Moura, e assume-se como uma grande festa da arquitetura e um dos momentos mais significativos da vida cultural do Grande Porto, contando com a parceria estratégica da Câmara do Porto e a colaboração das câmaras de Gaia e de Matosinhos.


Entre os edifícios que têm estado a ser visitados há lugares privados de instituições reconhecidas, uma viagem por arquiteturas esquecidas e a revisitação da casa burguesa do princípio do século XX e da habitação de cariz social surgida após a revolução de 25 de Abril de 1974, nomeadamente os bairros de Lordelo e do Lagarteiro.

Nesta segunda edição a organização aumentou o número de visitas comentadas, contando com o envolvimento de 62 especialistas entre os quais os autores dos projetos de arquitetura. Para facilitar a fluidez das entradas, a grande maioria dos espaços não requer reserva prévia, nem antecipada. A entrada é feita por ordem de chegada, permitindo dar acesso a um maior número de pessoas possíveis, o que reforça o caráter inclusivo do evento.

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