Rui Moreira frisou que "toda a gente que vive no bairro vai permanecer no bairro" e que os moradores terão condições "como nunca houve em bairros na cidade do Porto". A CDU criticou a diminuição do número de fogos existentes, mas a maioria esclareceu que a solução adotada garante não apenas o realojamento de toda a gente e muito melhores condições como é um projeto que terá custo zero para o orçamento autárquico.
O Bairro Rainha Dona Leonor possui duas áreas, uma já reabilitada e uma outra, de blocos mais densificados, construída provisoriamente há 60 anos, mas que até hoje não foi substituída por habitação definitiva e em boas condições.
A solução avançada pela Câmara do Porto e agora relançada, depois do primeiro concurso ter terminado com a eliminação das duas propostas apresentadas, divide os terrenos existentes entre habitação social e habitação para venda. O promotor privado que ganhar o concurso compromete-se a construir primeiro as novas habitações sociais e, apenas depois, a parte para venda que garantirão a rentabilidade necessária para que os custos para a autarquia sejam inexistentes.